Poesia cretina
╔═══❖•ೋ° - °ೋ•❖═══╗ Sete, Quatorze, Vinte e um, Vinte e oito. E quando se dá conta, a semana já passou. E você ficou afoito. Inútil você resistir, Ou mesmo suicidar-se. Oh, garoto, vamos, não se mate. Reserve-se todo para o amanhã que virá. Se é que virá… Caso outro suicídio você não resolva tentar. Os dias passam, mas ninguém se dá conta. E você passa os dias olhando para o espelho, Onde você mesmo se confronta. Você se lamenta por não ter dado certo aquilo que você tanto esperou. Então você se desesperou, e chorou. Pois aquele dia, novamente, já se passou. O fim de semana chega. -”Até que enfim!” Ei, garçom, me traz outra dose de gim… Para enchermos a cara de bebidas baratas, E depois nos sentirmos vazios, como em todas as madrugadas. A noite vem… E trás lembranças dos amores que deram errado. Estraçalhando corações dos homens que se sentiram abandonados. Bares cheios de almas tão vazias… Amanhã é segunda. E depois da segunda Garrafa, Sobram nas praças, Apenas histórias amarguradas De uma noite fria. -Leh ╚═══❖•ೋ° - °ೋ•❖═══╝
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