CAELUM GABILONDO @Mankra
Poesia

Saliva:

E no escuro da noite tu veio na silhueta, Onde enchi minh'alma imóvel de sabor fel, E compreendi que nada disso se fez, Era sono meu, mais uma vez O Poeta se entope de miragens e horror, ele renega a existência do afago c'a flor, Ele não tem limites, um guri 'gual a mim E se quiser ser livre menino, escute o que digo, Nem canalha, dinheiro ou prata, Compra a tua voz E Logo eu, bruto que sou, jovem cego e feio, dum povo brasileiro sem medo de amar, Niinguém nunca vai subestimar, a ânsia de querer enxergar.

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