Casual.
A veces não há coníferas, por isso já rompi a pátria, si delante tengo murmúrios: não quer dizer te amava.
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CÆBB (lê-se Caeb) - Poesia barroca contemporânea ☢️ - Antropofagia Linguística 💦 - Portunhol 🥣
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A veces não há coníferas, por isso já rompi a pátria, si delante tengo murmúrios: não quer dizer te amava.
entre lobos, o membro que mantém coesão da alcateia não é o mais agressivo; é aquele que media tensões com contato físico, aproximação, postura relaxada. A sobrevivência do grupo depende desse indivíduo. Ternura organiza estruturas invisíveis.
Atentai-vos.. Diz o homem Aguardaremos.. Diz o Pastor A cada nano-segundo neste gueto, Me questiono quem é o mais mendacioso e maldito Falemos para com o povo, Solicito que ambos cessem seu verbo, Já que acuados todos permanecem Não curvarei a fronte ante a urbe viciada, Nem pagarei tributo à luz cega que me nega; recuso o óbolo a quem despreza o abismo social, que sustenta meu ser.
Continuar lendoDos tempos quentes em minha terra Bela, ....Desci lá, para teu ventre me aquecer ... No Afago da tua casa, ganhei sabedoria c'as memória de renovo E da Harmonia estranha dum abraço sincero de ibi, contra mim, Pude sorrir novamente Talvez minha voyage tenha feito vantagem.. Namastê.
Continuar lendoHablo pela causa de crer em tu, Cada passo dado vem do espírito De savanas africanas para a terra de Tupã, Vosso zói' eterno é conosco Eu, pobre moço, rezo pra meu sangue herdar, Uma nova geração chei' de perspectiva.
Continuar lendoE no escuro da noite tu veio na silhueta, Onde enchi minh'alma imóvel de sabor fel, E compreendi que nada disso se fez, Era sono meu, mais uma vez O Poeta se entope de miragens e horror, ele renega a existência do afago c'a flor, Ele não tem limites, um guri 'gual a mim E se quiser ser livre menino, escute o que digo, Nem canalha, dinheiro ou prata, Compra a tua voz E Logo eu, bruto que sou, jovem cego e feio, dum povo brasileiro sem medo de amar, Niinguém nunca vai subestimar, a ânsia de querer enxergar.
Continuar lendoNo azul do céu, há anjos de gravura fel, Todos fiéis; que zelam em sonos cruéis Mas; Nas ruas chei' de mula-sem-cabeça, Surge uma imensa mensagem, Um agrado para seu legado Os "Sinos" das manhãs toca, Labuta diária há de ser, E sei que se fracassar, Hei de morrer E nasce assim meu dia na rotina, Estou enlouquecendo com a.. Tentando fugir da.. Cada vez mais.. Mas; o campo é grande, e os anjos sabem, E nem tijolo me dará afago agora, Pois sou notório aos risos Hei de me calar; para não irritar a vasta tela azul.
Continuar lendo'Cença grande karma, Cumpro a sina que vem, Atento para a cena de filme Tu decerto virá amanhã, Vais arder sangue novo, A cuia do povo E Faço como um poeta moço, A sátira do outro.
Continuar lendoTu Tens raiva de mim, caro fusco? Seria eu a causa desse teu caos, Vê-lo em um elo com tal elenco, É impressionante Vá! Ide por becos bem escuros; E num campo verás tua casca, Alma vazia e rasa Ambos pares que lhe apraz, Trazem um preço ainda mais! Se quisera Deus, Jaz Mas não me é dado o dedo divino, Então foda-se tua vida medíocre! E foda-se teu caminho Assim quis o karma da vida, Cabe 'ocê entender "a priori", Sangue esclarecido sempre, Sempre Morre! De que vale teu templo seco, Se não há servos e putas, De que vale testículos podres, Se não tem meretriz mais suja, De que vale ter um pai místico, Se não conhece-te o mínimo De que vale ser um humano, Se nutri desejos primais Tu! És o pior dentre o meu sangue; A hereditária ignorância que vem, As maldições dessa nossa terra, Você não é ninguém Nada além disso, porco cínico. (Para meu Irmão; Luis Felipe)
Continuar lendoHá um adstrito de lascivia com um santo; que roga conta o calor carnal do torpe esnobe: Cáustica seja nossa simples Vida, Que de tanto ouvir o mirífico mínimo, Contemplar-se na Volúpia O sublime consome muito a mente, E em si, torpe é aos olhos virgens, Que dormem sobre seu espelho Mas os virgens não se olham no espelho, Pelo medo de ser abjeto do efêmero, Austeros como eu Hediondo estás! humano; decepção! Tu! que lascivo cadente és! Mija.. Intolerante Não cede mais aos meus lábios, Podes dispôr? Necesito disto, Idílico sonho.. ridículo sonho! Achas que pode rir de mim! Jocoso sou para tua jaez? E para tuas lindas biscates, No centro da cidade.. Guarde um lugar pra mim, Fico quieto, sem ligar pro alarido, prometo.
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