a morte e o poeta
Beberei vinho com a Morte Beberei vinho com a morte enquanto lhe dedico a Sinfonia de Beethoven. Sinto o aroma da vida em seu pescoço, enquanto meu braço desliza sobre o calor ofegante de seu corpo. Oh, quão bela és tu! E que sorte a minha poder tocar em seus cabelos negros e cacheados. Tocar e beijar os seus lábios, sentir a embriaguez surgindo lentamente, enquanto meu corpo se enche de êxtase. Por um segundo, seus gemidos viram uma canção de amor em pleno campo de batalha. E o seu beijo era o que eu queria receber quando eu voltasse para casa.
Gerson Vieira
É evidente, que você escreve muito bem.
Poeta da atualidade
muito obrigado!