Querer
Rasgado és meu coração No próprio medo Das atitudes incertas Quando se chega cedo Por não saber quando tarde será.
@Lucielle · desde 2018
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Rasgado és meu coração No próprio medo Das atitudes incertas Quando se chega cedo Por não saber quando tarde será.
De vez enquando me mande um oi, só pra saber se eu ainda estou aqui... se vivo... se existo...
O que tenho palavras Fincadas Borracha Não apaga o borrão Infinito Sentimento? Permito Aqui dentro No peito Alegria Tristeza Amor Raiva Falhas O grito ecoa Rasgando Sarando Sorrindo Chorando e vice - versa O verso Te acerta Minera o complexo da vida
Continuar lendoQuero teus olhos no meu Não desvia-se de mim Permita-se sentir Meu amor Cola teu corpo Deixa eu te devorar Diga que sim Quero te transpassar Dois corações assustados Pulando querendo sair Desatando o nó dos embaraços Das tristezas fincadas por ali Minha saudade clama por tua presença Se arrisque Me chame de encrenca Deixa que o amor vença
Continuar lendoO amor é cura... e se vinher para curar, então a dor há de se revelar. Porém esse amor não é desejo pelo outro, é um amor dentro de si e quando percebido coloca as coisas no lugar, não é fácil porém libertador, ou melhor liberta a dor...
Perdemos muito tempo intrigado com certas pessoas. Ser reprovados e desmerecido por quem a gente se importa não é fácil, e nesse processo esquecemos de celebrar as chegadas, pessoas que dizem; hei! Estou aqui, e com simples gestos te laça… Tendo em vista essa questão, é bom entender que há ciclos que fecham, mas outros que se abrem…
Eu aqui dando salto no tempo Mas ao reverso Pausando em um sorriso q venero Me desintegro e me integro no presente Frágil e sem poder pra nada Tudo em mim se cala Sem respostas nem fala Silêncio e vazio na sala
Qual o olhar do passarinho? Procura comida e volta pro seu ninho Onde tens passado? O que tem contemplado? Quem somos através de sua captura ? Seres de imagens obscuras ? Ou reluzente, comovente? Tu me alegra passarinho Com sua cantoria aos meus ouvidos Livrando-me dos delírios
Continuar lendoFujo de mim mesmo Das fantasias que criei Na ferida coloquei o dedo Mas hoje enterrei E vou para um respirar vívido Pisando na corda bamba Sei que há perigo Pra quem ama É eu sei... Mas vc é meu sorriso e sigo... Os desencontros tudo bem Ainda sim vc me faz bem.
Continuar lendoConstatemente seremos indagado pela pergunta; aonde moramos? Muitos diriam, "– em uma residência no endereço tal", mas eu, em verdade, moro nas memórias recolhidas pelo tempo que se vai e continua... moro no sorriso de canto, nas palavras acelerada de alguém, moro no abraço apertado que demonstra amor. Moro nas alegrias e expulso a tristeza, sendo ela, uma estranha em minha casa.