O último poema
Quando o vazio dá tua ausência roubar-me a chave do meu sossego amor tantas palavras que outrora aprisionadas estavam por orgulho contido, estas fluirão de meus lábios em vão, e em vão vacilarei buscando você nessa casa vazia. Quando lágrimas de dor inundar meu enfermo olhar, e está doença chamada saudade me tirar o sentido da vida amor, em vão lhe direi te amo, pois calei-me na tua presença, e na insanidade da minha alma vou escrever-te um último poema chamado: Silêncio.
Nilza Poetisa
Mas o silêncio que não fala. Se expressa ainda mais. Nas entrelinhas da poesia
Ruth
Que poema lindo e intenso, Franco! Senti cada palavra aqui, inclusive o silêncio. Adorei! ☺️