Leviatã
Disvirgina-me da casta loucura dos sãos, que são o oposto e o espelho de ti. Fera lasciva, doce leviatã. Quiçá, bem do meu mal, sejas divinamente mortal. Demônio gêmea minha fêmea. Roube esta imagem que possuo, deixa-me ser parte da visão que te compõe. Redija e redija e redija... o suspiro, eu quero ser a mão que escreve. Desata-me ímpia da loucura dos sãos, que são, de longe, o motivo da nossa insanidade mais pura. Preciso escutar da sua boca os sons que fazem a língua. A rima, a técnica, profiro o teu querer gentil. Querendo de amores contigo morrer e, assim, vivendo o uníssono refrão de um desejo deflorado, poderei enfim arder.
L.F
que interessante
POEMICIDA®
Oi Larissa, bom dia, tudo bem? Gostei muito das suas poesias, gostaria de te convidar pra gente conversar pelo aplicativo Zangi, aqui vai o meu link, te espero.https://services.zangi.com/dl/conversation/1013656008