Vício.
Tu me atravessas o peito, aqui... Sangrando Eu imploro, peço que pare... Destruo o meu semblante, ainda o desejando. fito-o por inteiro... De joelhos, toco-o, tão álgido... E onde? Onde se encontra a verdade? Entre mentiras, lágrimas, soluços, Também, peço para não cessar. Eu peço para continuar... Este é o preço a pagar, a realidade... Não lhe impeço, Contudo suplico... Para que não alivie mais... É diferente esse amor, dói demais... Estou em abstinência da tua euforia... Me enlouquecia, entorpecia, Esse amor me vicia... Já me tornei escrava desta dor. E sabia que me tornaria... Me prendeste, amor... E já não quero minhas asas de volta, não quero voltar lá pra cima...
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