Act II
É do sofrimento da noite, O alimentar de paixões obscuras, E que perversas loucuras; Oriundas deste meu pensar. Logo de ti lembrar. Despertar... E na alma da madrugada, Eu fui despejada. Satisfaz-me os anseios. Escrava sou de desejos. E alucino, Na luz do luar já a me tocar, E a me torturar. E enlouqueço, De novo como outrora Trilhando as memórias do começo. Lembrando... Teus lábios nos meus acendiam astros. Teu tocar desenhava em minha pele constelações. Prontamente repousei no teu abraço. Estranha utopia de emoções. O vento dançava nos meus cabelos, Deixei-me levar nos teus encantos, Perdi-me nos meus medos. Extasiei-me no teu perfume. Foram sumindo meus pesadelos.
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