Álgida anedonia.
Ignorando vossas asneiras, Me deito nos braços do desvario. Dos teus lapsos fortuitos, Quase sempre invasivos, Tua apraz por ser ímpio. Fugaz, frívolo e ímpeto. Afável e linda, que doce voz... Contudo, repleta de aforismo. Poderia ser meu fitar inócuo, Usito do mesmo, e esqueço, Eu alvo de teu inepto, tão perspícuo. Meu olhar têm tornado-se taciturno. E tu apenas permanece embevecido.
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