Act I.
E escuro meu sangue escorre, Na dor meu corpo se envolve... Empunha-me o caos outra vez. Meu vivo coração se torna pálido, E se rasga em 2. Ele queima, se desfigura com fluidez. Da minha carne se sustentas, E com euforia se alimenta. De pedaços de mim sobrevive, Tortura, loucura. E esperança? Nunca mais tive. Meu peito põe-se a delirar; Lágrimas mornas desabam, Até à matina. E a minha garganta fecha. As borboletas do meu estômago? Já não fazem mais festa. Elas apodrecem juntamente de meus restos, Tudo bem depressa.
Comentários · 0
Nenhum comentário ainda. Entre para ser o primeiro a comentar.