Ao meu compasso, que faz círculos tortos:
Tentei desenhar a Terra Uma esfera gigante Com a mão trêmula Inconstante Copiando os traços Vistos em um velho livro Da minha velha estante... Nunca soube desenhar Ainda aprendendo a escrever Meus riscos sempre tortos Minha caneta sempre falha E, se não me falha a memória, Tenho um compasso No meu velho estojo Com um velho grafite E velhas lembranças...
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