Infame
Oh! Auroras negras de tormento Que tinges meu passado em tons estranhos Um dia, a ti velei meus sonhos Num amarguíssimo sofrimento Senti o frio arrependimento Tocando a mão dos desiludidos Quantos sorrisos não foram sentidos? O que perdi naquele momento? Como quem não pertence a nenhum lugar Não me restou nada para lembrar Da alvorada de semblante apático Hoje, como um fantasma de alma ferida Vou pintando a arte da minha vida Num estilo torpe monocromático
Arturo
Que bom poema! Parabéns!
Leandro
Grato, Arturo.
Ricardo Ferreira Guedes
ótimo poema
Leandro
Grato, Ricardo.
Borboleta
muito bom !!!