Agnaeldo @Knulp
Amor

memórias do ledo

Parte IV Meu corpo estava rubro Meus cabelos eriçados por seus dedos Meu sexo chorava nela.  Ela sorria. Um sorriso lindo. Eu queria mais!? Deite-a sobre o meu peito Eu beijei a sua testa. Ela molhada queria dormir. Ainda sentia o desejo por beijá-la, Faltavam lugares. Meus lugares.  Beijei seu lindo pescoço Ela gritou, dizendo que gozava ao toque. Beijei suas axilas  E ela riu dizendo – Pare querido.  Coloquei-a, de costas para mim.  Beijei do ápice até aqueles dois pães. Minha boca penetrou aquele pequeno pontinho na fruta.  Beijei, saboreei-o, até suplicou que eu pusesse o anular.  Não neguei o pedido.  Os meus sentidos iam se perdendo Ela gemia ais tão alto que eu sabia que ursos não faltariam ali.  Eu chupei o meu anular E voltei a pô-lo, e chupá-lo.  Seu gosto era mel de amor Depois que ela gozou  Meu gozo se tornou insignificante.  Eu engoli aquele néctar que ela derramava do seu útero.  Seu gosto é mais gostoso do que a cherimoia.  Exausto pelo prazer Adormeci como Lisandro Acordei e ela não estava mais ali Mas o seu cheiro ondulava no meu corpo Mesmo que o vento tentasse matá-lo.  Porém. Aos poucos fui morrendo. A memória daquela flor do ledo Minha flor. A mais bela flor que eu beijei.  O outro dia chegou como uma sentinela A saudade batia como uma agulha  Dilacerava os dias.

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