C alma
A calma sensatez da alma Que nem sempre acalma, Clamando por razões Mas sem explicações Na busca por indagações. Parado pensando numa solução Deixando o óbvio imerso, Acalme-se, pense e repense E os males dispense. Olhar vidrante e distante Com sua mente exuberante, Que venham conquistas sensatas Depois da calma Imediata, Pois surgiram almas aclamadas.
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