Pensamentos e sonhos corrompidos
Por um erro de corpos flácidos,
Que ignorou a razão por uma única emoção
Sem ao menos lembrar do coração.
Verdades presentes, porém, mentiras futuras,
Erros que permanecem por idéias imaturas.
Lágrimas súplicam como farpas
Como se bastassem desculpas.
Pense como almas conscientes
Que buscam as verdades mais salientes,
Assim como corpo junto a ela são inerentes
Para que assim não tenham futuras vertentes.
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De início era apenas um lindo rosto
Que na minha visão embaçada
Negava a beleza imersa dentro de ti.
Até que uma luz cintilante rancou meu ofuscado olhar,
E minha visão descorada começou a enxergar.
Ardia por dentro sem nenhuma explicação,
Sentia por fora o pulsante coração.
Não se aquetava, só restava dúvida,
Daquele sentimento ambíguo,
Que em vários dias estava contíguo.
Ah, doce olhar castanho assim como mel,
Ah, doce olhar oceânico de rosas.
Me vi a deriva, me vi naufragado,
Mas nada disso me deixou desamparado,
Pois suas rosas me manteve resguardado.
E na minha mente ficará.
Do teu toque ao meu cortejo,
Dos teus olhos ao meu desejo
E da tua boca um presente...
Beijo.
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Sentimentos visíveis
Tão firmes sentidos,
Confusos e complexos.
Pessoas imprevisíveis
Enganam e não sentem,
Mentem e não consentem.
Desiludidos aqueles que sentem
Perdidos se perguntando onde estão,
Ficando a prova o coração
Sem perceber que logo ali estarão.
Sentimentos não mentem,
São vocês que os desmentem.
Tristes verdades ignoradas,
Felizes sentimentos enganados.
Viajando na imersão do horizonte,
Tentando enxergar um farol cintilante
Em meio a tanta escuridão.
Sentimentos desvanecendo
Assim como o universo está vendo
Felizes... tristes... Sentimentos.
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Aqueles sentimentos foram suficientes
Me encheram de alegria,
Me encheram de tristeza e dor
É algo que ira permanecer
Cravado em meu coração,
Gravado em minhas lembranças.
Que sempre deixa bem claro
De que sentirei tudo aquilo,
Aquilo que estive sempre procurando
Nessa jornada incessante,
Pra onde fui levado?
Perdido com o aperto que restou.
Talvez aprendi cedo,
Ou talvez da maneira errada
Mas só resta a certeza
De que estive tão longe
Mas tão cedo,
E tão levado,
Que nem fui preparado.
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É como folhas prestes a cair
Tão secas e cansadas
Mas leves e planadas
Quando caem se vão
Mas quando vão não voltam.
Desaparecem no meio de tantas
Perdidas igualmente
Idênticas e desiguais
Cada uma com uma história
Tão vividas e destruídas
Tão firmes fluidas
Mas sim lânguidas
Livres e desprendidas.
Como se não.
Elas vem e vão
Cabe a nós isso
Aceitar que não.
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A calma sensatez da alma
Que nem sempre acalma,
Clamando por razões
Mas sem explicações
Na busca por indagações.
Parado pensando numa solução
Deixando o óbvio imerso,
Acalme-se, pense e repense
E os males dispense.
Olhar vidrante e distante
Com sua mente exuberante,
Que venham conquistas sensatas
Depois da calma Imediata,
Pois surgiram almas aclamadas.
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Ponto branco em meio a escuridão
Que no brilho do mar se vê reflexão,
Brilho que aquece, brisa que esfria,
Sentimentos mútuos que desvanecia
Mas estava lá, a luz que refletia.
Nos mostrando algo mais intenso
Mas tão distante daquilo que não pertenço,
E com o silêncio não me convenço
E sinto o calor e me prevaleço.
O ponto e o brilho é apenas um luar,
Onde os sentimentos devem continuar
Nas noites para que não os esquecemos,
Pois o seu brilho nós agradeceremos
E ela mostrarar que nós amadurecemos.
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