KAIO SARAIVA @KARAH
Biografia

Poeira de estrela

No fim, não há véus nem eterno além, Apenas o silêncio, quieto, sereno. A vida se encerra, como um poema, Sem promessas de céu, sem medo de inferno. Somos pó, somos estrelas cadentes, Breves chamas que brilham e se apagam. Não há deuses, nem destinos pendentes, Apenas o tempo, que tudo carrega e estraga. E nesse fim, há beleza e verdade: Vivemos, amamos, fomos parte do todo. A morte não é dor, nem eternidade, É o descanso simples, o retorno ao lodo. E assim, sem temor, seguimos adiante, Celebrando a existência, breve e vibrante.

Comentários · 1

  1. Arturo

    Belo poema!...

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    1. KAIO SARAIVA

      Obrigado, Tito S2. Adorei os seus, têm muita emoção e romantismo

    2. Arturo

      Fico muito feliz de saber!