Poeira de estrela
No fim, não há véus nem eterno além, Apenas o silêncio, quieto, sereno. A vida se encerra, como um poema, Sem promessas de céu, sem medo de inferno. Somos pó, somos estrelas cadentes, Breves chamas que brilham e se apagam. Não há deuses, nem destinos pendentes, Apenas o tempo, que tudo carrega e estraga. E nesse fim, há beleza e verdade: Vivemos, amamos, fomos parte do todo. A morte não é dor, nem eternidade, É o descanso simples, o retorno ao lodo. E assim, sem temor, seguimos adiante, Celebrando a existência, breve e vibrante.
Arturo
Belo poema!...
KAIO SARAIVA
Obrigado, Tito S2. Adorei os seus, têm muita emoção e romantismo
Arturo
Fico muito feliz de saber!