Soneto Para Meu Pai
Conhecido como Djalma, O sacristão Eu o chamo de meu pai, meu painho Um homem de muita garra e inspiração Que buscando sua família, criou seu ninho Todas as manhãs do dia, com cheiro de café Meu véi me conta histórias de sua vida De como viveu naquela roça sofrida Bem como conheceu Cristo, a nossa fé Ele é cantor, filho de um tocador Sua pessoa exala bondade e simpatia Promovendo seu maior forte, o amor Seu cuidado e presença, me atrai Nossa senhora do perpétuo socorro, rogai Meu feliz aniversário, meu pai! Júlio Emanuel
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