O Cronista de Versos @JhonyCloud
Fábula

VITÓRIA-RÉGIA

Lá está ele... Distraído, mal sabe o dano do instante. Ele infla, Coaxa, Desinfla, Faz pausa. Agarra o alimento e salta adiante. Ela persiste... Convence a si mesma que o peso não é nada. Ela dança, Sustenta, Balança, Se acalma. E torna a dormir, sobre a água parada. A Régia prossegue... Discreta, começa a mostrar seus sinais. Ele salta, Pesado, Ressalta, Retorna. Observa ao redor... à procura de mais. Até que acontece... A planta desiste de ser firme abrigo. Ela se rende, Se parte, Desprende, Afunda. Levando o sapinho assustado consigo. --- Jhony Cloud Cronista de Versos

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