Nostalgia cruel
Recordo-te no véu das horas idas, como um sol cansado ao se pôr; foste alegria breve entre feridas, foste ausência moldada em amor. O tempo, lento algoz da memória, guarda teu rosto em tom amargo e fiel; e eu vivo preso à antiga história de um afeto que não voltou ao céu. Poesia de: Jair o Bardo
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