Prisão de Asas
Pensei que o assim faria e não o fiz Segue por mim e eu sigo a ti Corre de mim e por fim eu paro Saber do outro é tão diferente O diferente me cativa, mas me condena Queria poder voar Que prisão mais estranha associar liberdade a asas Nem todas as asas voam Será que a borboleta nas suas ínfimas 24h tem ao seu dispor o infinito da vida? Eu continuo e tu parou, mas não parou em mim Vou mostrar para eles do que tu eras feito e assim vamos seguir para o esquecimento Lindo esquecimento, o qual odeio, mas deixar de existir é lindo, maravilho e majestoso Segue à ordem e ela é absoluta! No peito de tantos eu vivi Será que vou viver? Ainda a tantos que moram em mim Tanto outros vão morar! Quando a hora de todos chegar eu não ei de existir E mesmo que não exista acho lindo não existir |Paloma
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