Vocรช
[24/10, 1:15โฏAM] ๐ค๐ท๐ญ๐ฎ๐ฌ๐ฒ๐ญ๐ฎ๐ญ ๐ซ๐ธ๐: Vocรช e como uma porta fechada. Uma porta atrรกs da qual vivem sons, ecos de mundos que despertam minha curiosidade. [24/10, 1:15โฏAM] ๐ค๐ท๐ญ๐ฎ๐ฌ๐ฒ๐ญ๐ฎ๐ญ ๐ซ๐ธ๐: Mas nรฃo tenho a sua chave. E me pergunto se, com o tempo, seria capaz de forjรก-la. [24/10, 1:15โฏAM] ๐ค๐ท๐ญ๐ฎ๐ฌ๐ฒ๐ญ๐ฎ๐ญ ๐ซ๐ธ๐: Eu? Eu sou como uma represa: conservo litros e litros de sentimentos, รกgua quieta prestes a romper. [24/10, 1:15โฏAM] ๐ค๐ท๐ญ๐ฎ๐ฌ๐ฒ๐ญ๐ฎ๐ญ ๐ซ๐ธ๐: Sua presenรงa, quando toca o ar ao meu redor, reacende esperanรงas, como uma tempestade que volta a chover sobre mim. [24/10, 1:15โฏAM] ๐ค๐ท๐ญ๐ฎ๐ฌ๐ฒ๐ญ๐ฎ๐ญ ๐ซ๐ธ๐: Mas por quanto tempo durarรก essa chuva? Serรก que o outro lado da sua porta tem profundidade suficiente para caber minha รกgua? [24/10, 1:16โฏAM] ๐ค๐ท๐ญ๐ฎ๐ฌ๐ฒ๐ญ๐ฎ๐ญ ๐ซ๐ธ๐: Vocรช รฉ o sete de copas cheio de sonhos, o enforcado invertido preso entre mundos, e o cavaleiro de ouro firme, mas distante. Enquanto eu sou o mundo: inteiro, mas sempre sรณ.
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