Caos
Andando pelas ruas do coração, Relembrando velhos quadros, Vendo em becos a escuridão, Vendo em paredes retalhos, Do que um dia pode ter sido, ou não,, apenas uma ilusão. Ando como quem não quer nada, E este chão de pedras que caminho, Luzes amarelas pela estrada E a melancolia a mim guiando, E a melancolia a mim seguindo. Vejo nas janelas fantasmas da felicidade, Umas e outras formas humanas, Que neste dia marcam saudade. Quantas mais coisas há Neste peito que digo estar vazio?
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