Requiem
Validei tanto a madrugada em meus Sonhos de mistério e desejo Tornei tão mágica suas sombras Seu silêncio e sua memória Que me esqueci de olhar para fora A magnificencia dos raios brancos No topo do mundo me banham Trazem vida espantando o frio da solidão Alimentam os pastos e as matas Coram a pele pálida da reclusão Destroem os vampiros almaticos que se alimentam da energia vital Iluminam sem ser iluminados Enquanto se sobrepõe a tudo Guiando sua carruagem ardente De leste a oeste, todos os dias Fazendo todos os seres saírem Girando esse carrossel errático Guiando novas oportunidades Enquanto traz mais um dia E depois, outra madrugada
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