Amigo tempo,
Corre a cada momento,
Está em todas as horas,
Não para, nem para respirar.
Amigo tempo,
Que me vil crescer,
Esteve a contar minhas lágrimas,
Minutos de dor, horas de mágoa.
Querido tempo,
Tudo que eu queria era lhe ter,
Mas você foi tão rápido,
Nem me esperou.
Senhor tempo,
Agradeço pelas horas,
Agradeço pelo que trouxe e levou,
Agradeço, por continuar a correr.
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Ver a vida passar por diante de seus olhos,
Cada minuto indo embora,
E o tempo correndo, e tão doloroso.
Acordar sem objetivo,
Viver sem motivo,
Caminhar sem caminho, não é natural.
Continuar seguindo em frente,
Levando o vazio de um futuro formado,
Cujo não se tem nada, nem paz.
Sentar num canto,
Refletir sobre o hoje, chorar pelo que se perdeu,
Arrepender-se de continuar a perder tempo.
E tentar seguir em frente.
Dar um passo no escuro,
Cujo a única certeza de que não cairá...
É a fé.
Desistir não parece certo,
Ainda há muito a se ver,
Mas no fim, viver a morte... De quem nunca viveu. É esse alguém... Sou eu.
(Hina-Nina)
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É necessário tempo,
Para adaptar-se ao momento
Em que agora está.
É preciso experiência,
Para encontar evidências
E poder se encontrar.
Deve-se voltar no tempo,
Naquele momento,
Em que perderá seus ideais.
Reencontrar a felicidade,
Acreditar na bondade,
E novamente voltar a sonhar.
Não víveres de passado,
Mas lembrares dele para forte se tornar.
Guardar os erros que outrora cometerá,
Para amanhã acertar .
E em fim, uma nova realidade,
Poder criar.
(Hina-Nina)
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Amargo amanhecer cinza,
Cujo minha esperança busco na tonalidade do céu.
Hoje está chuvoso, o clima frio,
E eu aqui perdendo-me em meus pensamentos deixando-me levar aos poucos por essa agonia.
As dúvidas me corroem por dentro,
Destruindo aos poucos o que vocês chamam de vida.
Já está a consumir meu coração,
Não posso deixar dominar por completo minha mente. Que grande vazio.
Algo acelerado ainda bate aqui dentro,
tremores repentinos,
Prestes a ter de sobreviver a mais um ataque de anciedade.
Deprimente encontro-me,
Olho para meu reflexo no espelho,
E não sou capaz de me reconhecer.
Olhos vermelhos, tristeza no olhar quem sou eu? O que tenho de fazer, ou qual direção devo seguir???
Temo a solidão então pufavor me dê a mão, se puder... E leve-me para bem longe daqui
Meus sonhos foram arrastados pelo vento.
Minha vida, já não tenho mais.
Pois a solidão, é mais forte do que eu. Lamento,
Talvez esse seja o verdadeiro fim,
de uma alma que já morreu a anos.
(Hina-Nina)
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Meus sonhos parecem tão distantes da praia,
Tenho medo de me arriscar.
Se me perder pelo mar, corro risco de naufragar.
Exigiu a consciência, que logo colocasse um fim, pois era perigoso.
Gritou ou coração continue,
Só saberás se tentares.
Subi num barquinho, e me coloquei a remar,
Confiante no coração,
Esperançoso de que não estivesse a me enganar.
Muito remei, até olhar do horizonte, ao nada.
Parei, gritei, ouvi o eco de minha voz
Não naufraguei, mas me perdi.
Parei por um instante para pensar.
Encontrei-me só, no meio do mar, com meus pensamentos.
Talvez tenha sido o melhor.
Um tempo, para refletir.
Quando voltei a mim, estava de volta na praia, e meu sonho logo a frente;
-Não desista.
disse ele.
-eu não sou impossível.
(Hina-Nina)
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A mocinha que outrora sonha-ra com o amor verdadeiro,
Viver num castelo, ser chamada de princesa a rainha.
Uma bela rosa branca, que foi ferida,
Tornou-se vermelha como sangue...
Encheu-se de espinhos, como proteção.
Talvez, se cuidassem dela com jeitinho,
Para sua alma haveria salvação.
E esperança para aquela moça,
Que hoje perde-se na escuridão,
Foi consequências das feridas,
Que um dia fizeram em seu coração.
Quem sabe algum dia... Ela não venha contar,
Se retornou das sombras,
E novamente voltou a amar.
(Hina-Nina)
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Nesse momento,
Me encontro paralisado pelo meu medo de continuar,
Não sei como seguir.
Todos vêm meu corpo,
Mas nem mesmo eu sei cadê minh'alma.
Pensar, não sei...
São tantos sentimentos de uma só vez.
Tudo está a se escurecer,
Será isso que chamam de morte?
Posso ouvir meu coração bater...
Mas perdi minha ação.
Vai uma lágrima... O Que será que se passa?
Vejo apenas um grande nada.
Tudo está semelhante a um infinito breu.
Será assim minha vida?
Alguém poderia ver se ainda estou a respirar?
Talvez a qualquer momento possa parar.
Nesse lugar de solidão não posso mais
Continuar.
Mas quem liga para uma simples alma...
Será alguém a menos afinal.
Busco uma luz... Mas tudo se apaga.
De repende vêm o último suspiro, pôs a morte.
E essas foram as últimas palavras, que a boneca de pano da boca costurada ouviu sua dona falar,
Pois mesmo sem ter alma, estava a escutar.
(Hina-Nina)
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Para você,
Será como se nunca tivesse me conhecido.
Para mim,
jamais será esquecido.
(Hina-Nina)
Presa na gaiola de meus pensamentos,
Onde estou prestes a me afogar,
Nos rios de lágrimas que criei.
Tiro a inspiração de minha dor,
Cada palavra é como um remédio
Para meus profundos arranhões.
Lanço discretamente um pedido de socorro!
Talvez alguém poderia libertar me
De meus medos?
Pequena criança, que teme voar,
Pois a sociedade é injusta,
Se recusa a ajudar.
Aqui faço meu apelo,
A quem só sabe criticar,
Pare por favor, antes que mais alguém possa se machucar.
(Hina-Nina)
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A árvore muito vê,
A árvore muito sabe,
A árvore demora a crescer,
Mas o tempo é nescessário, mesmo sem ela saber.
Passa década, e ainda está lá,
Continua suas folhas a brotar,
Tenta sobreviver as quatro estações,
Mas se forte permanece lá.
Leva tempo para crescer suas raízes,
Leva tempo para elas se firmarem,
Mas quando firmes podem ser inderrubaveis, pelo tempo, que há quer levar.
No tempo certo essa árvore usa sua sabedoria a seu favor,
No tempo certo essa árvore deixa de brotar,
Pois tudo é finito, tudo deve se acabar.
Essa árvore é um exemplo de eu,
Essa árvore pode ser você,
Essa árvore está em constante crescimento,
Essa árvore está amadurecendo.
(Hina-Nina)
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