O silêncio e nós
Havia um sonho que não ousei contar Um silêncio dourado que o mundo não viu Nela, o vento falava o teu nome baixinho E o tempo, por um instante, se deteve em ti Caminhávamos descalços sobre água de luz Onde as estrelas se inclinavam para escutar Teus olhos eram portas abertas para o infinito E eu, sem medo, atravessava-as em silêncio Não houve palavras que o ar pudesse roubar Apenas o calor de uma mão que se reconhecia No fim, quando a manhã tentou nos despertar guardei o sonho inteiro dentro do peito E nunca mais o disse a ninguém.
Fe.li.pe.
Nossa... Que poema, amigo... Que poema.
POEMICIDA®
Muito obrigado Felipe.