A cereja do bolo.
Tudo à minha volta me vê, sou cereja do bolo. Vem me morder. Que mal é esse que tenho toda vez que percebo que não é tudo, eu, cereja, ser? Quem dera pudesse você ver, você me ver, eu te ter. Ainda que tudo o que aqui se faça seja igual demais, senti que você nunca havia sido um tanto faz. Por minha displicência em me entregar, pude me permitir me deixar, para te enclausurar. Quem dera tivesse sentido, ou que tivesse feito mais. Não teria me perdido na dor que me refaz.
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