Um dedicado ao amor pelo Eterno
Eu guardo um ódio mortal por todas as coisas Coisas sóbrias, coisas feitas de coisas e gente que foi feita por gente E eu guardo um apego pelo silêncio da criação, a parte calada que diz apenas com vazio Eu olho para o espaço, eu me apego porque simplesmente não posso, não tange É que se basta olhar para o céu e ver outro tempo, eu me sinto fútil pela falta de mérito E logo todo o amor que tive, pelo eterno passado, vira pó em meio a todo amor que tive E se já tive algo, foi na vida a ilusão de amor por algo, que não tive.
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