O solitario
O dia merece nascer? Meu olhar baixo diz o que não quero ouvir. Minhas mãos geladas, calafrio. O peso das multidões em meus ombros... Abelhas e vespas, onde vim parar? Por que viver? Onde está o pássaro prometido no berço? Onde está o lindo céu? Não o vejo, estou cego. E isso assusta, tudo sangra, tudo cheira mau.
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