Felipe Abreu @Felipe_abreu

Palavras de um anjo caido

Forças milenares, Que me regem a anos, Que caía por terra agora! Não gosto dos rostos Dos que vivem no "céu". São almas chatas, Sem sofrimento e sem expressão. Uma hipocrisia sem fim! Acham que são santos, Mas não são! Eles odeiam a verdade, E gostam de saborear a mentira. "Doce o gosto né?" Eles gritam: " Mestre! Mestre! Mestre! O que devo fazer agora?" E o mestre deles fala: " Comão os olhos uns dos outros, Morda a própria língua, Cuspa na cara do seu amigo, Grite com quem não concorda com você, Fale asneiras. E acima de tudo, Se mate, mate o seu sonho, Sua esperança, e venda a sua vida! Pois eu sou o Mestre! Mestre! Mestre!" Sociedade burra! Com suas ilusões momentâneas Cavam a própria cova! "Será se o coveiro está feliz?" Mas é claro que está, Basta olhar nos olhos dele. "Quem é ele?" Ele é cada um de nós. Pensa que acabou? Tem mais! Mas a história não será contada Por mim. Longe de mim, Não aprecio esse tipo de circo. A humanidade por séculos, Viveram assim. Em todo beco e viela Eles precisam de um mestre Para apontar o dedo e dizer: "Esse é o caminho." Mas a verdade é que não existe caminho. Eles odeiam ter um pensamento próprio, Por isso gostão do "Mestre!" Vergonha! O desejo meus amigos, É o pai de todo o sofrimento, Ele come a carne até chegar no osso. AUTOR: FELIPE ABREU.

Comentários · 1

Nenhum comentário ainda. Entre para ser o primeiro a comentar.