Respostas sem perguntas
Escrevo está na pressa da vida Canto a vida com alegria Felicidade a que conquistei sozinho Maribondo, carcaço, sem freio Parei de ser. Vivo como quem vê o reflexo na faca E se próprio vê, se sente meramente, Satisfeito. Desejo, almejo, posso Ainda mais Sem gênio, sem luz, sem sapato de cristal Nenhuma fada veio me dar o que tenho. Conquistei, pouco, mas foi com a minha genialidade, brilho interno, com o pedido fiz. Quero começar a escrever poesia rimada Não sei por onde começar Talvez, seja mais uma conquista Que eu irei realizar.
Comentários · 0
Nenhum comentário ainda. Entre para ser o primeiro a comentar.