João Amado @Famado
Silêncio

Peso da noite

Hoje não consegui me deitar. Meus olhos fechavam, mas o sono — nada de me visitar. Num quarto amplo, converso comigo. Conversa real, necessária, brutal. Jogo fatos na própria cara, sem máscara. Nem sei o que escrevo, neste poema umbral. A mente não cala, coro gutural. A angústia no peito é real. Real. Visceral. E me pergunto: por que ser assim? Se não há motivos, por que invade minha paz? A noite é solitária. E minha única companhia é a luz da lua, que se deita comigo pela sacada.

Comentários · 1

  1. Guaraciara Souza

    Não quero escrever poemas Já se fizeram banais antes e depois, tantos ais Já fartei desses problemas Não quero declamar canções tão repetitivas, a mesma dor que rompe os pobres corações quando se ilude com a palavra amor Não quero mais dançar...

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    1. João Amado

      GRANDE GUARA!!

    2. Guaraciara Souza

      só assim, pra receber uma carta...kkkkk...e aí... período sabático?