Peso da noite
Hoje não consegui me deitar. Meus olhos fechavam, mas o sono — nada de me visitar. Num quarto amplo, converso comigo. Conversa real, necessária, brutal. Jogo fatos na própria cara, sem máscara. Nem sei o que escrevo, neste poema umbral. A mente não cala, coro gutural. A angústia no peito é real. Real. Visceral. E me pergunto: por que ser assim? Se não há motivos, por que invade minha paz? A noite é solitária. E minha única companhia é a luz da lua, que se deita comigo pela sacada.
Guaraciara Souza
Não quero escrever poemas Já se fizeram banais antes e depois, tantos ais Já fartei desses problemas Não quero declamar canções tão repetitivas, a mesma dor que rompe os pobres corações quando se ilude com a palavra amor Não quero mais dançar...
João Amado
GRANDE GUARA!!
Guaraciara Souza
só assim, pra receber uma carta...kkkkk...e aí... período sabático?