Não Consumado
Quando ouço tua voz Que sem esforço emula Essa tão marcante e peralta meninice Perco os sentidos da minha alma e corpo Mas simultaneamente Você tira a neblina fincada em meus olhos Olhos meus que não veem Não veem mais o brilho das estrelas como antes O brilho que ilumina as lágrimas sobre meu rosto O rosto dos apaixonados e miseráveis destinos E os que tentam achar a si mesmos Em um labirinto que parece não ter fim Enquanto isso, a sensação vai aumentando A sensação de um desejo não consumado
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