Fati, fatídico
Fati, fati, fati Que coisa absurda, mas decerta Veja o caos comum, como é formoso Por que tal coisa, não se sabe Quando este respiro perdeu a linha? Em que era foi-se a beldade? Veja tudo tão sádico e egoísta Onde está o meu amor? Por que secos estão os olhos? Poderia viver sem tal direito? E a praga da injustiça? E essa dor que só empetece? Nada se perde, nada se cria Tudo empobrece. Posse do amor ou amor por posse? O meu já se acabou, sumiu. E à luz da razão sanou, ao escuro da verdade fugiu. Por que tanto odor onde há dor? Fati amor ou amor de funil E o que me diz do sofrimento anil? Era porque o homem arrefeceu Ou simplesmente, de si, não se arrependeu?
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