Café
As manhãs escorrem, Como o líquido negro. Amargas Infantes Quentes como teu beijo. "Oh, amor, é você? Quanto tempo faz. Que presente trais?" "O Eterno Agora Que lhe apraz!" Nisso, lágrimas salpicam As estrelas de meus olhos. Coração saltita... Por uma xícara. Sexo e divindade Misturam-se no fragor. O momento presente, Cheio de amor. Quão solitária São as manhãs! Sem tua presença Sem tua inocência. Sem tua ausência, Hei de viver. Sorvendo o ébano; Lembrando você.
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