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Érico Milene

@Erico · desde 2019

Queria eu que por aqui houvesse uns pescoços para morder.

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Morte

O mistério das Portas

“A casa é bem escura à noite.” Eu, Moã, disse. “Sim, mas não tanto quanto o coração dos Humanospsicofagos; aqueles de quais estamos fugindo.” Disse a Schizofrenia( Sim, a banda de Heavy Blues psicodélico!). Calada, ascendeu seu peito; eu, uma vela. Não sentia medo. Ela gritou a nome de um homem santo: “ Raul Seixas! Me proteja!” Eu creio em nada, nem que eu sou eu! Logo, falei: “Dada...Dadaísmo!" Era algo ali parado; um animal ensanguentado, horrível, humano! Era um leitor! (tu!) prestes a devorar-nos com seus Dentinhos de besta. Seus olhinhos gigantes olhavam mais para Schizofrenia, que era muito bonita, cheia de cores e luz magica, do que para mim. Tomei as seringas de agulhas que trazia na bouça a tiracolo e corri para furar a pele do Leitor-Bestial. Era rápido o mostro de loucura! Tomou minha mão, já ferida pelas aulas autodidatas se Guitarra, e espetou em meu braço, previamente quebrado pela escrita ignorada, as agulhas de liquido fermentador. Atordoei-me. Caí. Ele sumio nas sombras do inconsciente levando ela, minha amada Schizofrenia de luz... Mas desejos me despertarão em breve.

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A Morte como ciência

Aqui, nesta sala vazia e sem vida, fundo agora uma nova ciência uma nova filosofia e uma nova religião; Que estudará a imensidão do abismos que esta contida nas palavras: "Morte" e "Ser". Esta agora fundada a doutrina do “Mortualismo" e “Funétrologia" A primeira é a parte Teórica a segunda, prática. Deixarei, antes de dissolver-me, o fundamento sobre o qual qualquer um interessado poderá desenvolver completamente a ciência funesta: 1-A vida é bela e justa. Agora, como um sábio buscador da Verdade, vou deixar essa casa amarga. Adeus eu digo e ainda insisto pra me manterem vivo, apenas na memória.

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Do dezpreso com o autor

....E tomarei teu tempo. Dei-me-o aqui! (Despreza-me!) Assalta, rato!, meu sofrido leito! E queres que por ti tenha respeito! Digo: Não! Não! No! Adivinha! A gloriosa sina será minha.

Arte

Salto para o infinito

Além, além... Não há eco neste(meu) Negro coração. Mé de sua fria mão! Mulher-diabo! (Calma...não vou começar!) Aqui nessa casa Não há... ...ninguém Com quem Falar. Então eu cá Venho te incomodar.

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Bolinhasrosas

Hahaha. Ha H Agora foi o argumento! Legal Tá sussa! Um abraço mano.

Ja e quase meia noite

Vamo se esquecer da gramática! Antes que a bateria se acabe! Hahaha Tá que foi que apago o tropas e doces Sacanagem!

Erro de argumento

Narrando a vida e obra de uma das minhas personagens acabei acidentalmente por mata-la; aí para resolver o problema tomei seu lugar na vida; afinal quem ia desconfiar?! Mas para resumir a história: Érico Milene ou Miene, não me lembro, morreu ao nascer ai tomei seu lugar para escrever... Fui bom nisso pois oque escrevi não é oque sou. Fim... Quem ai vai agonizar pela morte do autor? Edgar A. Poe!

Tripas&doces

Filhos do Verme; A maçã do amor apodrece sobre teu caixão; Lance mão sobre o punhal E abra o homem-doce. Seu coração de açúcar Pulsa! Espéte o! Vamos beber seu sangue adocicado. E comer sua carne que nos dara cáries nos dentes! Hannah. (Em verdade digo que você não devia estar lendo isso.) Fim... Eu quero ir me embora!!! Pois já é quase meia-noite!!! Você não sabe nada!!!

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Livro infernal de Flora

Decapitação 4 Cria-se um novo sentimento (Segunda Aparição) P. Cordial: olha para teu próprio rosto Flora! Quantas lagrimas mais serão por ti derramadas para que saiba que essa não és a verdadeira vida?! P. Bestial: Morrerei antes de deixar-te controlar-me os sentimentos! P. Cordial: Não quero controla-los quero que fluam como as nuvens fluem nos céus, quero mostrar-te que não pressisa deixa-los ferir a ti e a outros. P. Bestial: Deixe-me só! P. Cordial: Não posso pois sou você! P. Bestial: Como posso livrar-me? P. Cordial: Deixando-me guiar-te. P. Bestial: Então é só deixar que me guie... (Fim! É isso. Talvez fosse melhor ver Flora morrer, mas em verdade digo que ela morreu, nunca mais será o que foi.)

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Morte

Livro infernal de Flora

(Leia antes os anteriores, ou não;) Decapitação 3 Cria-se um novo sentimento (Primeira Aparição) Personalidade bestial: Sinto estar próximo meus últimos dias; o escuro ambiente que eu considero fecundo para dor anda a guiar-me a uma nova mentalidade... Seria de mais pedir um sofrimento que seja Eu?! Eu quero ser meu próprio motivo para sofrer! P. Cordial: Flora, andas a cançar-te da Dor; olhe em meus olhos pois quero levar-te ao Amor... P. Bestial: se eu quisesse amor buscaria uma namorada! Mas eu quero sofrer para poder escrever! Quero que vás embora és tu que andas a me enfraquecer! P. Cordial: Sim; ando a abalar tua frágil verdade. Para que possas retribuir-me com a Vida. (Leia para instruir-te o “Não-leia-me”)

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