“A casa é bem escura à noite.” Eu, Moã, disse. “Sim, mas não tanto quanto o coração dos Humanospsicofagos; aqueles de quais estamos fugindo.” Disse a Schizofrenia( Sim, a banda de Heavy Blues psicodélico!).
Calada, ascendeu seu peito; eu, uma vela. Não sentia medo. Ela gritou a nome de um homem santo: “ Raul Seixas! Me proteja!”
Eu creio em nada, nem que eu sou eu! Logo, falei: “Dada...Dadaísmo!"
Era algo ali parado; um animal ensanguentado, horrível, humano! Era um leitor! (tu!) prestes a devorar-nos com seus Dentinhos de besta. Seus olhinhos gigantes olhavam mais para Schizofrenia, que era muito bonita, cheia de cores e luz magica, do que para mim. Tomei as seringas de agulhas que trazia na bouça a tiracolo e corri para furar a pele do Leitor-Bestial. Era rápido o mostro de loucura! Tomou minha mão, já ferida pelas aulas autodidatas se Guitarra, e espetou em meu braço, previamente quebrado pela escrita ignorada, as agulhas de liquido fermentador. Atordoei-me. Caí. Ele sumio nas sombras do inconsciente levando ela, minha amada Schizofrenia de luz... Mas desejos me despertarão em breve.
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Aqui, nesta sala vazia e sem vida, fundo agora uma nova ciência uma nova filosofia e uma nova religião;
Que estudará a imensidão do abismos que esta contida nas palavras: "Morte" e "Ser".
Esta agora fundada a doutrina do “Mortualismo" e “Funétrologia"
A primeira é a parte Teórica a segunda, prática.
Deixarei, antes de dissolver-me, o fundamento sobre o qual qualquer um interessado poderá desenvolver completamente a ciência funesta:
1-A vida é bela e justa.
Agora, como um sábio buscador da Verdade, vou deixar essa casa amarga.
Adeus eu digo e ainda insisto pra me manterem vivo, apenas na memória.
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....E tomarei teu tempo.
Dei-me-o aqui!
(Despreza-me!)
Assalta, rato!, meu sofrido leito!
E queres que por ti tenha respeito!
Digo: Não! Não! No!
Adivinha!
A gloriosa sina será minha.
Além, além...
Não há eco neste(meu)
Negro coração.
Mé de sua fria mão!
Mulher-diabo!
(Calma...não vou começar!)
Aqui nessa casa
Não há...
...ninguém
Com quem
Falar.
Então eu cá
Venho te incomodar.
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Hahaha.
Ha
H
Agora foi o argumento!
Legal
Tá sussa!
Um abraço mano.
Vamo se esquecer da gramática!
Antes que a bateria se acabe!
Hahaha
Tá que foi que apago o tropas e doces
Sacanagem!
Narrando a vida e obra de uma das minhas personagens acabei acidentalmente por mata-la; aí para resolver o problema tomei seu lugar na vida; afinal quem ia desconfiar?!
Mas para resumir a história: Érico Milene ou Miene, não me lembro, morreu ao nascer ai tomei seu lugar para escrever...
Fui bom nisso pois oque escrevi não é oque sou.
Fim...
Quem ai vai agonizar pela morte do autor?
Edgar A. Poe!
Filhos do Verme;
A maçã do amor apodrece
sobre teu caixão;
Lance mão sobre o punhal
E abra o homem-doce.
Seu coração de açúcar Pulsa!
Espéte o!
Vamos beber seu sangue adocicado.
E comer sua carne que nos dara cáries nos dentes!
Hannah.
(Em verdade digo que você não devia estar lendo isso.)
Fim...
Eu quero ir me embora!!!
Pois já é quase meia-noite!!!
Você não sabe nada!!!
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Decapitação
4
Cria-se um novo sentimento
(Segunda Aparição)
P. Cordial: olha para teu próprio rosto Flora! Quantas lagrimas mais serão por ti derramadas para que saiba que essa não és a verdadeira vida?!
P. Bestial: Morrerei antes de deixar-te controlar-me os sentimentos!
P. Cordial: Não quero controla-los quero que fluam como as nuvens fluem nos céus, quero mostrar-te que não pressisa deixa-los ferir a ti e a outros.
P. Bestial: Deixe-me só!
P. Cordial: Não posso pois sou você!
P. Bestial: Como posso livrar-me?
P. Cordial: Deixando-me guiar-te.
P. Bestial: Então é só deixar que me guie...
(Fim! É isso. Talvez fosse melhor ver Flora morrer, mas em verdade digo que ela morreu, nunca mais será o que foi.)
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(Leia antes os anteriores, ou não;)
Decapitação
3
Cria-se um novo sentimento
(Primeira Aparição)
Personalidade bestial: Sinto estar próximo meus últimos dias; o escuro ambiente que eu considero fecundo para dor anda a guiar-me a uma nova mentalidade... Seria de mais pedir um sofrimento que seja Eu?! Eu quero ser meu próprio motivo para sofrer!
P. Cordial: Flora, andas a cançar-te da Dor; olhe em meus olhos pois quero levar-te ao Amor...
P. Bestial: se eu quisesse amor buscaria uma namorada! Mas eu quero sofrer para poder escrever!
Quero que vás embora és tu que andas a me enfraquecer!
P. Cordial: Sim; ando a abalar tua frágil verdade. Para que possas retribuir-me com a Vida.
(Leia para instruir-te o “Não-leia-me”)
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