RETRATO - De Uma Infância
Sétimo poema da minha série, com título mor: "Retrato" e os subtítulos de acordo comigo e sobre o que de mim irei escrever. Vamos brincar ? Claro que sim. Corria corria, Pulava, saltava. Se divertia na miséria que é dada a prole. Triste criança, não entendia que o que era seu o estado tomava para si. Alegre infância. Se divertia com suas fantasias. Com seu desejo de salvadora. Com suas ilusões de inferno e céu. Dançava as ocultas por feridas já feitas na tenra idade. "Tímida" "Céus! Se solte!" "Por favor (dizia internamemente), deixe-me apenas com minha mente" Não era apenas privada de uma vida digna; Além de viver na inópia, saber o que é a periferia, vivenciar a realidade ocultada das maiores mídias; Fora traumatizada. Mas quem não foi ? No entanto "De uma infância" ainda tivera suas alegrias de criança. "Menina menina, dance dance entre os bambolês, pule e cante. Não há preocupações, há muito o que se viver!" Hoje eu me pergunto: " Que vida ?" Último verso acrescentei agora rs
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