Teu (!/?)
≈ Veementemente, acredito que sou teu De quem mais eu haveria de ser? O tempo que passa e estamos juntos Já é tempo demais só para o perder Conheço teus jeitos e vias de fato Um quebra-cabeça, como te monta E toda a ausência que não toma lado É toda presença que não se dá conta Até o silêncio que não era estranho Se agoniza fácil num assunto sem rota Onde perdemos um amor tamanho? Em que curva, terreno, qual foi a porta? Eu tanto queria que fosse você Achei que seríamos uma história tão linda E fomos, pelo tempo que haveria de ser Se não fosse perder, o fim que não era, ainda. —Caio-Graco—
Nilza Poetisa
Mas que bom é que as lembranças boas ficaram guardadas. Sempre é importante relembrar Caio. Lindo o que vc poetisou
Caio Graco
Muito obrigado, poetisa! Estar envolvido nas "questões do amor" me faz querer muito escrever, mas é preciso cuidar para que não só as infelicidades nasçam, no entanto, enquanto for bom, que saiam sim aos poucos nos versos...♥︎