roda do mundo
De malas prontas faço viagens Me iludo com minhas próprias miragens Faço canções, escrevo poemas Poesias frias que rimam com meus problemas Dilemas.. são sempre iguais A sociedade já desistiu de falar de paz A guerra se tornou eficaz Onde a ignorância reina A inteligência jaz Pois se faça de morto Aprenda com o torto Retorne das cinzas Tipo Fênix, corvo Só que não me curvo a esse povo A 500 anos o mesmo problema e querem um país novo? Loucos são os que tentam resolver Os que fogem da mídia pra não enlouquecer Irônico é que são taxados de loucos Por isso que somos poucos Loucos.... Lobos sem alcatéia Rimo pros meu demônios Têm melhor plateia? Releva a minha ignorância Sou humano já nasci cheio de maldade e ganância É muito estudo, muito esforço Pra vencer na corda bamba e tirar a corda do pescoço Bolo que da nó na garganta Felicidade tá no lixo, a morte é nossa janta E levanta no dia seguinte pra batalhar Mão de calo, cozinha 20 panela pra arear Desistir? Nem pensar Tá caro viver Mas é de graça sonhar Cantar e rimar Lembram momentos.. Tipo na roda violão e só canções Aonde sopram os ventos E a batida é de nossos corações.
Dyego Maltz
Aplausos!