Silencio
Encaro Não há palavras para descrever meu desejo Devoro com os olhos as curvas que lhe constituem Não desejo a carne que se mostra Mas a alma que se amostra Em palavras não ditas Em gesto que gritam Quero! Ah como quero você Silenciados em nossas vozes, vivendo os fervores de nossos corpos!
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