O mundo
Neste lugar estranho Onde gente, alegremente, faz festa E a vida toda é um baile Sigo submerso no meu ser, que é tampouco alegre muito menos festivo Atacado pela graciosidade de tudo, pelas formas várias, pelas vidas várias, pela estranheza! Eu, que não tenho sequer irmandade com o mundo e as coisas Eu, que sequer sei o que sou, caso não conclua de forma pessimista: Um miserável Por que estou aqui e que faço eu nesse baile de maravilhas?
Arturo
Parabéns pelo poema!
Joseph Pill
Obrigado pelas palavras e reconhecimento, Arturo!