CALANDRAS II
cavalgando desfaço puto do amanhecer cavalgando um velho mastro do desconhecer mastro do desconhecido quando me vi sendo ilícito tentando rejuvenescer cavalgando atrás de minhas costas sou o mais novo que já fui no agora roubando idades se me sabem a inocência se me supõe puro de aparência cavalgo intuído na escola vou voltando e me vejo maldito volto no tempo cansado de cavalgar vendo os coices de quem topa topa me fazer voltar topa um coice comigo convoluto o coice que me informa e é pela frente porque talvez tudo seja só acidente teatro de brincadeira não havendo pecado de participar estando sozinho a noite inteira
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