Um instante depois...
Mesmo ciente de onde o caminho termina, se rende sempre à mesma memória... Lembra-se do balanço, da chuva suave e do riso. Como poderia ele esquecer? É umas das últimas boas lembranças que lhe restaram. Na verdade, a última. Comparadas a esta, você pensa: Todo o resto é descartável e cinza. Sem substância... Efêmero. É ela que a salva todas as manhãs.
ỌHAR
poesia em excelência 👏🏼🍃
José Carlos de Souza
Valeu pelo comentário gentil, seu moço.