Prole das abelhas
Pensei em escrever poesia Mas em mim mais nada surgia No canto da nova casa eu observei Melancolia Minha velha amiga Intrínseco ela sentia Me fazia ser Sempre fez Na poesia que existia eu exsitei Surpreendendo- me Suspirei Enaltecer e entardecer o sentido Mel, colo, ler A doce dor do conforto de ser Melancólicas letras dêem rumo Dêem conforto nas lágrimas do meu ser Prole das abelhas, derrama-me Embriaguez do abraço Um laço que nunca senti Uma falta, um vazio de colméia Letras, entre linhas vós me vê Crer? Não falamos mais a mesma língua De poesia a enxame Cada octógono me compõe. B.
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