Deixe-me viver
Deixe-me viver Ainda que um pouco Minha breve vida. Faço-me até de louco Para não vê-la perdida. Dei-me a liberdade Que na minha tenra mocidade Não pude eu viver. Dei-me a liberdade Que nesta triste vida quero ter Um pouquinho de privacidade Em meus pensamentos para não sofrer. Deixe-me viver Ainda que um pouco Meus devaneios Meus anseios Minha vida de louco Deixe-me viver... nem que seja só um pouco.
L S Quirino Prado
Amigo poeta belas poesias, parabéns.