Al meu pai (I)
Agora farei uma breve apresentação Senhoras e Senhores Abram as cortinas E prestem atenção! Se diz presente Mas, ausênte Apresento á você Meu pai biológico Pois, de concreto Nada têm Apresento á vocês: Valmir (tanana tanana) Meu pai ausênte Agradeço por teu amor Mas escrevo que é belos aos olhos Não ao coração ausênte de um exemplo verdadeiro e referênte Não se preocupe, este coração encontrou Seu rumo, com uma pessoa que não machucou E nem me censurou! Não se preocupe que o exemplo que precisava Foi ocupado com amor e excelência Para um pai que teve pais juntos e presentes Se faz muito ausênte e inconsistente Você escolheu viver como se não houvesse cometido o erro A mulher que você machucou perdoou Mas o erro que você fez te aceita com remorços aquilo que você chama de amor. Feliz dias dos pais Agredeço pelos R$: 300,00 que você diz muito Fazer. Observação: Não adianta você disser a minha mãe este humilde poema que lhe mandei, pois meus pensamentos acerca de você não mudaram e nem adianta tentar compensar sua ausência e pela criação que VOCE NEM FEZ! SE DIZ O PAIZAO MAS NUNCA NUNCA FEZ NEM A METADE QUE MINHA FEZ. Novamente agredeço pelo oque você NÃO fez. E por favor não venha com discursos, não sou uma criança não e aliás, nem autoridade você têm, quem exerce e faz tudo por mim é um pai, não biológico, mas que posso contar todas as manhãs.
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