Inebriante
Emergindo em meio ao lodo Toco seu torço Molhado e enrijecido Suas pétalas fecham-se ao toque Murchas e adoecidas Protegem-se do desconhecido Alimentadas por cinzas Chamas e brasas apagadas Aborrecido Pulsando em desalinho Escorre e afunda-se Superficial Parasita em meu peito Sujo e encardido Arrasto os dedos Rasteja por entre minha carne Toma seu lugar por entre minhas costelas Doente, inconsistente Aninha-se em minha mente Acordo, ainda dormente
Comentários · 0
Nenhum comentário ainda. Entre para ser o primeiro a comentar.