Versos fúnebres
Esses versos que a ti escrevo Já foram escritos em outrora Na encruzilhada da minha vida Nos impasses da minha juventude Minha alma está inquieta, nua Sinto falta do calor do teu corpo O frio me faz sentir a nova realidade A saudade do teu beijo consome Não sabes quanto é difícil Saber que não voltarei ao tempo Choro arrependido De lembrar que por ti, me matei Nunca mais te deixarei só Nossas almas estarão sempre unidas Por causa do pacto de sangue Seremos eternos amantes! Fui ao céu, fui ao inferno Andei por caminhos floridos Quando estava eu vivo Por nenhuma mais apaixonei
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