Arlindo C. Jr. @ArlindoCJr
Poema

Carniça Branca

Desentendido, Observando a janela. O senhor caprichoso Que detalha até o túmulo próprio. Matou a flor, regou o solo, Nasceram retorcidas as árvores. Morte branca, morte branca, Agarrando a própria caveira, Levantando a chama.

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