Sangue; meu peito
Estou preso na exosfera, Rodeado pelas nuvens, Onde não consigo achá-lo. Sou um comerciante de desejos E de carinhos, Preso no meu antiquário Banhado de sangue, Com o rio escarlate até na metade Do meu pescoço. Um rosto dizendo coisas maravilhosas, Preso numa névoa condensada Que prende toda Informação.
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